{"id":1960,"date":"2019-12-30T04:47:17","date_gmt":"2019-12-30T07:47:17","guid":{"rendered":"https:\/\/www.encontrafortaleza.com\/sobre\/?p=1960"},"modified":"2024-11-04T10:21:26","modified_gmt":"2024-11-04T13:21:26","slug":"parque-estadual-do-rio-coco-fortaleza","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.encontrafortaleza.com\/sobre\/parque-estadual-do-rio-coco-fortaleza\/","title":{"rendered":"Parque Estadual do Rio Coc\u00f3 Fortaleza"},"content":{"rendered":"<div class=\"2ad529334b11458fd7d9bde3e187e581\" data-index=\"1\" style=\"float: left; margin: 5px 5px 5px 0;\">\n<!-- EBR \/Novo-Bairro-Topo\/ 300x250 -->\r\n<ins class=\"adsbygoogle\"\r\n     style=\"display:inline-block;width:300px;height:250px\"\r\n     data-ad-client=\"ca-pub-6414922941841817\"\r\n     data-ad-slot=\"5351822287\"><\/ins>\r\n<script>\r\n(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});\r\n<\/script>\n<\/div>\n<p>O <strong>Parque Estadual do Rio Coc\u00f3 Fortaleza<\/strong> \u00e9 um parque estadual localizado na cidade de Fortaleza, Cear\u00e1, sendo uma \u00e1rea de conserva\u00e7\u00e3o da vida natural.<\/p>\n<p>Tem uma \u00e1rea de 1.575 hectares da zona limite entre as cidades de Fortaleza e Maracana\u00fa, no Anel Vi\u00e1rio, at\u00e9 a foz do Rio Coc\u00f3, na Sabiaguaba, passando por 15 bairros da Capital, sendo assim o quarto maior parque urbano da Am\u00e9rica Latina e do Brasil.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-1961 size-full\" title=\"Parque Estadual do Rio Coc\u00f3 Fortaleza\" src=\"https:\/\/www.encontrafortaleza.com\/sobre\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/parque-coco.gif\" alt=\"Parque Estadual do Rio Coc\u00f3 Fortaleza\" width=\"680\" height=\"189\" \/><\/p>\n<p>O nome do parque tem origem no rio que ultrapassa todo o limite do mesmo, o Rio Coc\u00f3, o que explica a forma\u00e7\u00e3o de matas ciliares, dunas e manguezais.<\/p>\n<p>O numero de visitantes vem se tornando crescente a medida que a pr\u00f3pria popula\u00e7\u00e3o fortalezense redescobre o parque e todas as suas vantagens para a metr\u00f3pole, tendo saltado de 15 mil em 2014 para mais de 60 mil em 2016, sendo este s\u00f3 o n\u00famero de visitantes controlados pela administra\u00e7\u00e3o do Parque, ou seja, somente aqueles que realizam agendamentos para trilhas guiadas, passeios de barco e outras atividades, sem contar todos os outros que diariamente fazem exerc\u00edcios no local, passeiam aos fins de semana ou participam de grandes eventos, como shows. O crescimento nas visitas ao Parque \u00e9 comemorado pela administra\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o, que espera que o movimento continue aumentando. &#8220;\u00c9 um parque que a gente tem que defender, fazer com que as pessoas se empoderem dele. \u00c9 incr\u00edvel como o fortalezense ainda n\u00e3o conhece o Parque do Coc\u00f3. Para se empoderar, \u00e9 preciso conhecer, visitar. Ningu\u00e9m ama o que n\u00e3o conhece, por isso temos estimulado que as pessoas usem esse equipamento p\u00fablico, respeitando a natureza e a coletividade&#8221;, afirma o atual respons\u00e1vel pela gest\u00e3o do Parque do Coc\u00f3, Paulo Lira em entrevista ao jornal Di\u00e1rio do Nordeste.<\/p>\n<p>A crescente procura das pessoas pelo Parque do Coc\u00f3 mostra-se plena numa manh\u00e3 de domingo, quando h\u00e1 fluxo intenso de bicicletas, crian\u00e7as brincando e gramado repleto de pequenos grupos com suas cestas de piquenique. \u00c9 nesse dia tamb\u00e9m que ocorre o projeto Viva o Parque, reinaugurado em novembro. Diversas atividades esportivas e culturais s\u00e3o oferecidas gratuitamente, tais como ioga, massoterapia, arborismo e slack-line. As trilhas guiadas tamb\u00e9m atraem os que querem ter um contato mais pr\u00f3ximo \u00e0 natureza, muitas vezes em companhia dos animais de estima\u00e7\u00e3o. O passeio de barco \u00e9 outro atrativo que d\u00e1 a oportunidade de conhecer um pouco do Coc\u00f3 por dentro do rio, em trecho de 20 minutos entre as pontes das avenidas Sebasti\u00e3o de Abreu e Washington Soares.<\/p>\n<p>\u00c9 considerado de grande import\u00e2ncia tanto para a cidade, que tem uma enorme \u00e1rea de lazer com diversas atividades e espa\u00e7os onde tanto a popula\u00e7\u00e3o, quanto os turistas e visitantes podem desfrutar de um total conv\u00edvio com a natureza em suas trilhas, esquecendo assim os problemas e o estresse do dia a dia na metr\u00f3pole sem sair da cidade, como para a biodiversidade local que \u00e9 protegida dentro de seus limites.<\/p>\n<p>Contendo diversas esp\u00e9cies de vida animal e vegetal end\u00eamicas e amea\u00e7adas, ele \u00e9 considerado a heran\u00e7a cultural e ecol\u00f3gica mais importante de Fortaleza. Ambientalmente, ele serve para reduzir a temperatura do ar, sendo considerado um &#8221;grande pulm\u00e3o&#8221; da cidade, e tamb\u00e9m forma uma bacia protetora que previne enchentes durante tempos de fortes chuvas. Economicamente, o parque \u00e9 de extrema import\u00e2ncia para a cidade, gerando uma grande renda anual por conta do turismo ecol\u00f3gico.<\/p>\n<h2>Parque Estadual Rio Coc\u00f3 Fortaleza Hist\u00f3ria<\/h2>\n<p>Em tempos passados, nas \u00e1reas que hoje compreendem o Parque do Coc\u00f3 e seu entorno, existiam muitos s\u00edtios. Entre eles, o s\u00edtio do Senhor Ant\u00f4nio Diogo de Siqueira filho, que fazia a extra\u00e7\u00e3o de sal na salina Diogo, respectivamente. Com a queda na produ\u00e7\u00e3o de sal, no final dos anos 70, as salinas foram desativadas. Assim, deu-se inicio a instala\u00e7\u00e3o de residencias e equipamentos sociais nessas \u00e1reas.\u00a0O sonho de manter na cidade uma regi\u00e3o com natureza preservada tomou for\u00e7as no mesmo per\u00edodo, quando os primeiros movimentos ambientalistas de Fortaleza resolveram lutar pela cria\u00e7\u00e3o do que se tornaria o Parque do Coc\u00f3. A princ\u00edpio, as manifesta\u00e7\u00f5es aconteceram contr\u00e1rias \u00e0 constru\u00e7\u00e3o da sede do Banco do Nordeste, no bairro S\u00e3o Jo\u00e3o do Tauape. Essas manifesta\u00e7\u00f5es levaram as autoridades a declarar a primeira \u00e1rea do rio Coc\u00f3 a ser protegida, em 29 de mar\u00e7o de 1977, quando foi declarada de utilidade p\u00fablica para desapropria\u00e7\u00e3o e foi impedida a constru\u00e7\u00e3o do que seria a sede do BNB. Em 11 de novembro de 1983, o decreto municipal n\u00famero 5.754 deu a denomina\u00e7\u00e3o de Parque Adhail Barreto \u00e0queles 10 hectares.<\/p>\n<p>Em 5 de setembro de 1989 o decreto estadual n\u00famero 20.253 cria o Parque Ecol\u00f3gico do Coc\u00f3 e expandido em 8 de junho de 1993 atualmente abrange uma \u00e1rea de 1.155,2 hectares. No entanto, n\u00e3o houve a consolida\u00e7\u00e3o do Parque do ponto de vista legal, o que gerou diversas invas\u00f5es em seu entorno. Os dois decretos de desapropria\u00e7\u00e3o caducaram e a regulariza\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria n\u00e3o foi plenamente efetuada.\u00a0No dia 6 de maio de 2016 foi apresentado pela Secretaria de Meio Ambiente do Cear\u00e1 (SEMA),o projeto de regulamenta\u00e7\u00e3o do Parque do Coc\u00f3, em uma audi\u00eancia p\u00fablica conjunta da Assembleia Legislativa e da C\u00e2mara de Vereadores de Fortaleza. O evento ocorreu no Complexo das Comiss\u00f5es, atrav\u00e9s da Comiss\u00e3o de Meio Ambiente e Desenvolvimento do Semi\u00e1rido da Assembleia Legislativa. A audi\u00eancia contou com a participa\u00e7\u00e3o de diversos ambientalistas.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s 40 anos desde da primeira tentativa finalmente no dia 04 de junho de 2017 o Parque Estadual do Coc\u00f3 foi oficializado pelo ent\u00e3o governador do estado, Camilo Santana, em um evento realizado no equipamento. O governador anunciou tamb\u00e9m que j\u00e1 est\u00e1 garantido investimento de R$ 50 milh\u00f5es em Infraestrutura do equipamento, como vias de prote\u00e7\u00e3o urban\u00edstica, al\u00e9m do cercamento da \u00e1rea. Outra novidade ser\u00e1 a realiza\u00e7\u00e3o de um concurso internacional, onde paisagistas e arquitetos de todo mundo poder\u00e3o sugerir ideias para contribuir a valoriza\u00e7\u00e3o do Parque. O evento contou tamb\u00e9m com a participa\u00e7\u00e3o do prefeito Roberto Cl\u00e1udio, empres\u00e1rios, ativistas ambientais, al\u00e9m de representantes do poder legislativo, estadual e municipal. Na oportunidade, tamb\u00e9m foi entregue a comenda \u201cAmigos do Coc\u00f3\u201d para personalidades que apoiaram a causa e ocorreu a inaugura\u00e7\u00e3o do letreiro em homenagem ao Parque do Coc\u00f3. O novo projeto vai adequar a \u00e1rea como Unidade de Conserva\u00e7\u00e3o de Prote\u00e7\u00e3o Integral segundo o Sistema Nacional (Snuc), indicando que o parque deve ser de posse e dom\u00ednio p\u00fablico. A medida prev\u00ea o controle e a preserva\u00e7\u00e3o do que \u00e9 considerado o pulm\u00e3o verde de Fortaleza e d\u00e1 maior embasamento \u00e0 atua\u00e7\u00e3o da gest\u00e3o ambiental, policial e de fiscaliza\u00e7\u00e3o e monitoramento da \u00e1rea. A nova regulamenta\u00e7\u00e3o foi viabilizada a partir de acordo entre o Governo Estadual e Secretaria do Patrim\u00f4nio da Uni\u00e3o (SPU), respons\u00e1vel pelas \u00e1reas que foram anexadas, que a partir de agora passam ser gerenciadas pelo Estado, que tamb\u00e9m recebeu terras que antes pertenciam \u00e0 Prefeitura de Fortaleza. Com o ato, o parque cearense vai superar, em tamanho, o Parque Ibirapuera, de S\u00e3o Paulo, e o Central Park, de Nova Iorque.<\/p>\n<p>Parque Estadual Rio Coc\u00f3 \u00c1reas<\/p>\n<p>Antes de sua oficializa\u00e7\u00e3o o parque possu\u00eda tr\u00eas \u00e1reas estruturadas para atividades de lazer, esporte e cultura:<\/p>\n<ul>\n<li>O Parque Adhail Barreto foi a primeira \u00e1rea a propiciar o uso da \u00e1rea do rio Coc\u00f3. Durante muitos anos foi administrada pela Prefeitura Municipal de Fortaleza sendo depois repassada para as m\u00e3os do governo do estado do Cear\u00e1 durante a oficializa\u00e7\u00e3o do parque. O espa\u00e7o conta com N\u00facleo de Conscientiza\u00e7\u00e3o ambiental, playground, promo\u00e7\u00e3o de eventos culturais e art\u00edsticos, assim como educa\u00e7\u00e3o ambiental, pista de Cooper, trenzinho e trilha ecol\u00f3gica.<\/li>\n<li>O Anfiteatro do Parque Estadual do Coc\u00f3, tamb\u00e9m conhecida como \u00e1rea urbanizada central, cora\u00e7\u00e3o do Coc\u00f3 ou simplesmente Coc\u00f3 \u00e9 a primeira \u00e1rea urbanizada pelo Governo do estado sendo a segunda interven\u00e7\u00e3o por volta do ano de 1993. E are\u00e1 mais conhecida e bem equipada do parque, contando com anfiteatro, quadras esportivas, pista para caminhada, parques infantis, acontecendo shows e eventos, passeios de barco, competi\u00e7\u00f5es esportivas e educa\u00e7\u00e3o ambiental e trilhas.<\/li>\n<li>A \u00c1rea urbanizada do Tancredo Neves foi a ultima interven\u00e7\u00e3o na \u00e1rea do parque. Ap\u00f3s a remo\u00e7\u00e3o de fam\u00edlias nas \u00e1reas do parque, o governo do estado implantou no local duas quadras esportivas, campos de futebol, pistas para caminhada, ciclovias e \u00e1reas infantis. O Governo do Estado anunciou ainda em maio, um m\u00eas antes da oficializa\u00e7\u00e3o, a cria\u00e7\u00e3o de seis novos espa\u00e7os semelhantes a \u00e1rea do anfiteatro em outras regi\u00f5es do parque. Os espa\u00e7os a serem equipados s\u00e3o localizados nos seguintes bairros: Cidade 2000, Sabiaguaba (na Foz do Coc\u00f3), Dend\u00ea, Tancredo Neves e Aerol\u00e2ndia -, onde haver\u00e1 amplia\u00e7\u00e3o do atual espa\u00e7o de uso p\u00fablico para a pr\u00e1tica de atividades esportivas.<\/li>\n<\/ul>\n<h2>O que encontrar no Parque Estadual do Rio Coc\u00f3<\/h2>\n<p>No parque voc\u00ea encontra:<\/p>\n<p><strong>Trilhas<\/strong><br \/>\nNo Parque Estadual do Coc\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel percorrer trilhas de 135 at\u00e9 1.350 metros. S\u00e3o trilhas interligadas que oferecem baixo n\u00edvel de dificuldade, podendo ser percorridas por pessoas de todas as faixas et\u00e1rias. O visitante pode optar em faz\u00ea-las a p\u00e9, de bicicleta e tamb\u00e9m acompanhado por c\u00e3es de pequeno porte, sempre com coleiras e guias. Para fazer o percurso completo a p\u00e9, leva-se em m\u00e9dia uma hora e meia. A caminhada pode ser acompanhada por educadores ambientais da SEMA. H\u00e1 ainda uma equipe de policiais do Batalh\u00e3o Policial Militar Ambiental (BPMA), que faz a seguran\u00e7a do local.<\/p>\n<ul>\n<li>Trilha Principal: 1.350 metros. Acessos principais: Avenidas Sebasti\u00e3o de Abreu (A3), Padre Ant\u00f4nio Tom\u00e1s (A1) e Engenheiro Santana Jr (A2).<\/li>\n<li>Trilha da Lagoa: Possui um total de 530 metros, com acessos pela Trilha Principal (A2L) e pela Rua Arquiteto Reginaldo Rangel (A1L).<\/li>\n<li>Trilha do Rio: 135 metros. Acesso pela Trilha Principal (A) ap\u00f3s a entrada pela Avenida Sebasti\u00e3o de Abreu.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Atividades<\/strong><br \/>\nAs ru\u00ednas das antigas Salinas Diogo localizam-se na entrada da Trilha do Rio. Antes criadores de gado, a fam\u00edlia Diogo viu na explora\u00e7\u00e3o de sal um neg\u00f3cio complementar, j\u00e1 que era bastante usado para conserva\u00e7\u00e3o da carne e do couro exportados para outras regi\u00f5es. As lagoas que margeiam as trilhas do Coc\u00f3 eram antigos tanques usados para secagem do sal. Quando a mar\u00e9 atinge 3.2 metros de altura acima do n\u00edvel do mar as lagoas enchem de \u00e1gua salgada e no inverno cobrem as pontes, os campos de futebol e at\u00e9 as trilhas.<\/p>\n<p>O passeio de barco pelo Rio Coc\u00f3 tem 20 minutos de dura\u00e7\u00e3o, partindo do Trapiche localizado na Av. Sebasti\u00e3o de Abreu at\u00e9 a ponte da Av. Engenheiro Santana J\u00fanior. S\u00e3o seis dias de passeios semanais. As segunda-feiras ficam reservadas \u00e0 limpeza do rio, com a retirada dos troncos e aguap\u00e9s. J\u00e1 a quarta \u00e9 dia de passeio gratuito para estudantes de escolas p\u00fablicas, acompanhado por um educador ambiental do parque. Para os passeios tur\u00edsticos, cada vaga, das 18 que o Marta (nome do barco) tem, custa R$ 10. Para a incurs\u00e3o pelo rio se tornar vi\u00e1vel, \u00e9 preciso ser dia de mar\u00e9 cheia. O rio varia o n\u00edvel, em mar\u00e9 cheia, de dois a tr\u00eas metros. Sem a mar\u00e9, a l\u00e2mina n\u00e3o passa de 30 cent\u00edmetros. Por isso, \u00e9 preciso ligar e marcar cada viagem.<\/p>\n<p>As \u00e1reas para piqueniques ficam \u00e0 sombra de \u00e1rvores. Uma das \u00e1reas fica pr\u00f3xima ao complexo esportivo e a outra \u00e1rea localiza-se no gramado, ao lado do Observat\u00f3rio do BPMA na avenida Engenheiro Santana Jr.<\/p>\n<p>No anfiteatro, constru\u00eddo em 1989, concentram-se os eventos esportivos, culturais, de lazer e educa\u00e7\u00e3o ambiental, destacando-se o projeto Viva o Parque que contempla atividades com foco em educa\u00e7\u00e3o ambiental.<\/p>\n<p>O Complexo esportivo constitu\u00eddo por campo de futebol de areia (Areninha do Coc\u00f3), duas quadras de volei de areia, uma quadra de futsal e um mini campo de golfe onde os frequentadores podem, aprender no\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas das regras do esporte, como procede o jogo e poder\u00e3o dar suas primeiras tacadas.<\/p>\n<p>Equipamentos de Arvorismo constitu\u00eddos por 12 esta\u00e7\u00f5es e 9 etapas, com estrutura de cordas, tirolesa, cabos de a\u00e7o e madeira, muro de escalada \u00e9 uma das op\u00e7\u00f5es gratuitas de divers\u00e3o do Parque do Coc\u00f3. A atividade que, no pr\u00f3ximo m\u00eas completa um ano de reabertura, permite que visitantes percebam o parque pelo olhar da aventura. S\u00e3o 11 monitores respons\u00e1veis por orientar e garantir a seguran\u00e7a dos participantes.<\/p>\n<h3>Parque Estadual do Rio Coc\u00f3 Diversidade Biol\u00f3gica<\/h3>\n<p>O Parque contem uma grande <em>variedade de ecossistemas<\/em>, dos quais pode-se destacar:\u00a0Dunas, Manguezais, Caatinga, Plan\u00edcies Litor\u00e2neas, Plan\u00edcies Fl\u00favio-marinha.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 flora, o Invent\u00e1rio Florestal Nacional, divulgado no dia 9 de dezembro, trouxe a an\u00e1lise de um total de 1,2 hectares do Parque, identificando a predomin\u00e2ncia do mangue em 68% da \u00e1rea amostrada, seguido por 24% de corpos d&#8217;\u00e1gua e 8% como vegeta\u00e7\u00e3o de restinga arbustiva. As esp\u00e9cies de mangue-branco, mangue-preto e mangue-vermelho s\u00e3o as que chamam maior aten\u00e7\u00e3o pela ocorr\u00eancia na \u00e1rea, respondendo por mais de 90% dos indiv\u00edduos mensurados pela pesquisa.<\/p>\n<p>Palco das inter-rela\u00e7\u00f5es entre diversas esp\u00e9cies naturais, o manguezal \u00e9 um dos ecossistemas mais poderosos desenvolvidos pela natureza. Ele atua desde a produ\u00e7\u00e3o de alimentos \u00e0 regula\u00e7\u00e3o do clima, proporcionando ainda circunst\u00e2ncia ideal para o desenvolvimento de diversos organismos que ali se reproduzem.<\/p>\n<p>Em Fortaleza, o poder de um manguezal como o que forma o estu\u00e1rio do rio Coc\u00f3 \u00e9 grande. Pesquisa realizada pelo Servi\u00e7o Florestal dos Estados Unidos, em 2011, comprovou que o ecossistema costeiro \u00e9 capaz de armazenar at\u00e9 quatro vezes mais carbono que qualquer outra floresta no mundo, o que tem impacto direto na ameniza\u00e7\u00e3o do clima da regi\u00e3o onde est\u00e1 localizado. Por outro lado, o manguezal \u00e9 tamb\u00e9m um dos conjuntos naturais mais amea\u00e7ados em todo o planeta, com taxas de destrui\u00e7\u00e3o at\u00e9 cinco vezes maior que a de outros ecossistemas importantes, como florestas e corais.<\/p>\n<p>S\u00edmbolos do Parque do Coc\u00f3, os caranguejos se manifestam em diversas esp\u00e9cies na regi\u00e3o, como aratu-vermelho, o guaiamum, o u\u00e7\u00e1 e o chama-mar\u00e9. Em meio ao rios, como os o exemplares de bagre, pema, sa\u00fana, car\u00e1, bod\u00f3, dentre outros. Mam\u00edferos, r\u00e9pteis e anf\u00edbios tamb\u00e9m t\u00eam seus representantes no invent\u00e1rio faun\u00edstico do Coc\u00f3. Salamandras, cobras como a coral verdadeira, a jararaca e a jiboia, al\u00e9m de iguanas, pre\u00e1s, guaxinins e raposas est\u00e3o presentes no Parque. As aves, por sua vez, mostram suas diversidades de tamanhos e cores. Sibite-do-mangue, saracura, soc\u00f3, can\u00e1rio-da-terra, anu, bem-te-vi, gar\u00e7a-branca pequena e o martim-pescador s\u00e3o algumas das esp\u00e9cies que habitam aquela \u00e1rea.<\/p>\n<h3>Hor\u00e1rio de Funcionamento Parque Estadual do Rio Coc\u00f3 em Fortaleza<\/h3>\n<ul>\n<li>Diariamente das 05h30 \u00e0s 17h45<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Onde Fica, Endere\u00e7o e Telefone Parque Estadual do Rio Coc\u00f3 em Fortaleza<\/h3>\n<ul>\n<li>Av. Padre Ant\u00f4nio Tom\u00e1s, s\/n &#8211; Coc\u00f3 &#8211; Fortaleza &#8211; CE<\/li>\n<li>Telefone: (85) 3234-3574<\/li>\n<\/ul>\n<h4>Mapa de localiza\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<a class=\"wp-colorbox-iframe\" href=\"https:\/\/www.google.com\/maps\/embed?pb=!1m14!1m8!1m3!1d15925.189990845853!2d-38.4859976!3d-3.7452357!3m2!1i1024!2i768!4f13.1!3m3!1m2!1s0x00xb833cd546a847312!2sParquedoCoc!5e0!3m2!1spt-BR!2sbr!4v1577691858233!5m2!1spt-BR!2sbr\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.encontracampinas.com.br\/imgs\/maps-post.png\"><\/a>\n\n<div style=\"font-size: 0px; height: 0px; line-height: 0px; margin: 0; padding: 0; clear: both;\"><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Parque Estadual do Rio Coc\u00f3 Fortaleza \u00e9 um parque estadual localizado na cidade de Fortaleza, Cear\u00e1, sendo uma \u00e1rea de conserva\u00e7\u00e3o da vida natural. Tem uma \u00e1rea de 1.575 hectares da zona limite entre as cidades de Fortaleza e Maracana\u00fa, no Anel Vi\u00e1rio, at\u00e9 a foz do Rio Coc\u00f3, na Sabiaguaba, passando por 15 bairros da Capital, sendo assim o quarto maior parque urbano da Am\u00e9rica Latina e do Brasil. O nome do parque tem origem no rio que ultrapassa todo o limite do mesmo, o Rio Coc\u00f3, o que explica a forma\u00e7\u00e3o de matas ciliares, dunas e manguezais. <\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1961,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[18],"tags":[],"class_list":["post-1960","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-lugares-em-fortaleza","has_thumb"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.encontrafortaleza.com\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1960"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.encontrafortaleza.com\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.encontrafortaleza.com\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.encontrafortaleza.com\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.encontrafortaleza.com\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1960"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.encontrafortaleza.com\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1960\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.encontrafortaleza.com\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1961"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.encontrafortaleza.com\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1960"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.encontrafortaleza.com\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1960"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.encontrafortaleza.com\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1960"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}